Hoje passei um bom tempo pesquisando sobre o amor próprio e cheguei a seguinte opinião: Quando nos valorizamos e estamos de bem com nosso Eu interior, significa que não precisamos terceirizar nos sentimentos e nem depender de outra pessoa para nos sentirmos completos.
É um caminho dolorido, pois passamos por experiências difíceis e achamos que ficaremos sozinhos para sempre. Mas, quando, temos ciência de que não precisamos de outro ser humano para sermos felizes a situação muda de perspectiva. Você se torna responsável pela sua própria alegria, seja sozinho ou acompanhado.
Ou seja, seja feliz sozinho ou com alguém, mas acima de tudo se ame e esteja bem! Não vale a pena viver na dependência de outra pessoa apenas para suprir uma necessidade que pode ser suprida por você mesmo.
E para finalizar, quando amamos a nós mesmo, podemos amar ao próximo de forma exponencial, pois não haverá carência, ciumes, medos e anseios, mas apenas o amor puro e genuíno, e assim poderemos seguir de forma singular o mandamento de Cristo Jesus: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
Até a próxima postagem e fiquem com Deus!
Bjos e abraços.
** e caso queria falar comigo este é o meu e-mail: satishi1@hotmail.com
Me chamo ... e aqui postarei sobre minha vida. Sou gay e cristão protestante, se é que existe essa nomenclatura rs. Busco viver da melhor forma possível, mas aqui deixarei registrado o que julgo ser bacana para ajudar outros que estão na mesma situação que eu. Meu e-mail para contato: satishi1@hotmail.com
terça-feira, 5 de março de 2019
domingo, 10 de fevereiro de 2019
Mais uma vez...
Semana passada tive uma recaída... Não fiquei com outros caras, mas consumi pornografia e fiquei paquerando outros caras nas ruas e por aplicativos. Não me orgulho disso e muito menos fico feliz, mas peço perdão a Deus por esses pecados! É difícil cara, ás vezes penso que estou tranquilo, mas do nada vêm os pensamentos sujos e desejos impuros. Me sinto sujo e fraco, pois quero ser resistência e não dar lugar ao pecado em minha vida, e em meio de toda essa sujeira ao qual passei percebi que minha queda está intimamente atrelado ao fato de que deixei de vigiar e buscar a Deus. Cai e estou mal por isso, mas me sinto perdoado por Cristo, e muito envergonhado pelas coisas que fiz. Quando peco, não peco contra o homem, mas peco e entristeço a Deus! E logo ele que sempre me ajudou, guardou, protegeu. Sou humano e fraco, mas aqui não me abstenho da culpa e nem justifico o meu pecado.
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